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24 setembro 2021
A forma como você anda diz muito sobre sua saúde
18 setembro 2021
Vereador que tentou desobrigar uso de máscara morre de Covid-19 aos 34 anos
01 setembro 2021
Ministério da Saúde capacita profissionais do Samu para atender pacientes em sofrimento psíquico
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| 📷Vinicius Schmidt/Metrópoles |
16 agosto 2021
Covid-19: Brasil registra mais de 13.9 mil casos da doença; RJ segue com maior taxa de letalidade do país
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| Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil |
Taxa de letalidade nos estados
- Rio de Janeiro – 5,65%
- São Paulo – 3,42%
- Amazonas – 3,23%
- Pernambuco – 3,19%
- Maranhão – 2,87%
- Pará – 2,81%
- Goiás – 2,80%
- Mato Grosso – 2,58%
- Paraná – 2,58%
- Ceará – 2,57%
- Minas Gerais – 2,56%
- Alagoas – 2,56%
- Mato Grosso do Sul - 2,53%
- Rondônia – 2,47%
- Rio Grande do Sul – 2,43%
- Piauí – 2,20%
- Espírito Santo – 2,19%
- Bahia – 2,16%
- Sergipe – 2,15%
- Distrito Federal – 2,14%
- Paraíba – 2,13%
- Acre – 2,07%
- Rio Grande do Norte – 1,99%
- Tocantins – 1,68%
- Santa Catarina – 1,62%
- Amapá – 1,58%
- Roraima – 1,57%
Em relação aos municípios, a cidade de Janduís (RN) permanece com a maior taxa de letalidade da Covid-19 do país: 50%. Em seguida aparecem São Luiz do Paraitinga (SP), com 32,50%; Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; e Paço do Lumiar (MA), que registra 16,02%.
Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles, Campo Azul (MG), Guabiju (RS), Lavandeira (TO), Pedra Preta (RN) e Sítio d'Abadia (GO).
Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.
12 agosto 2021
Anvisa autoriza uso emergencial de novo medicamento para Covid-19
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| Regkirona. Foto: Divulgação |
O regdanvimabe é um anticorpo monoclonal, ou seja, um produto biológico produzido em laboratórios e que reproduz anticorpos que ajudam o organismo no combate à doença. Ele é indicado para o tratamento de Covid-19 leve a moderada em pacientes adultos que não necessitam de suplementação de oxigênio, com infecção confirmada por laboratório e que apresentam alto risco de progressão para a doença em sua forma mais grave.
É importante destacar que esses anticorpos não previnem a doença. Após avaliação técnica, a solicitação do uso do medicamento foi submetida à avaliação da diretoria responsável pelos pedidos de autorização de uso emergencial de medicamentos e vacinas contra a Covid-19.
Os resultados dos ensaios clínicos com os anticorpos monoclonais mostraram uma redução dos danos pulmonares, diminuição da viremia (presença de vírus no sangue) e do risco de hospitalização, o que levou a aprovação desse tipo de medicamento para uso emergencial, em casos específicos.
Fonte: Brasil 6111 agosto 2021
Pesquisadores criam aparelho para medir concentração da Covid-19 em ambientes
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| Foto: PIRO4D (Pixabay) |
06 agosto 2021
Covid-19: Butantan recebe insumos para produzir mais 8 milhões de doses da CoronaVac
O envase e a rotulagem da vacina começam nesta sexta-feira (6) e devem durar de 15 a 20 dias
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| CoronaVac. Foto: Divulgação |
Os insumos são suficientes para fabricar até 8 milhões de doses do imunizante. O envase e a rotulagem da vacina começam nesta sexta-feira (6) e devem durar de 15 a 20 dias.
Covid-19: saiba como é feita a logística de distribuição de vacinas no País
Covid-19: pesquisadores recomendam aplicação da terceira dose da Coronavac
No último domingo (1º), o instituto recebeu 2 mil litros de matéria-prima, que possibilita a produção de 4 milhões de doses. A expectativa é que no próximo domingo (8) cheguem mais 2 milhões de doses prontas da vacina.
O Butantan já entregou para o Programa Nacional de Imunizações (PNI) 64,8 milhões de doses da vacina contra a covid-19. O instituto assinou dois contratos com o Ministério da Saúde para o fornecimento de um total de 100 milhões de doses.
Fonte: Brasil 61
05 agosto 2021
Síndrome de Guillain-Barré: 35 casos foram notificados no País após vacinação contra a Covid-19
Os eventos adversos foram relacionados às vacinas AstraZeneca, Janssen e CoronaVac. De acordo com a Anvisa, episódios pós-vacinação são raros, mas já conhecidos e relacionados a outros imunizantes, como o da Influenza
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| Vacina - Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil |
Não foram recebidos casos de SGB com a vacina Comirnaty (Wyeth/Pfizer). A Anvisa informou ainda que 1 óbito foi notificado, mas sem associação confirmada entre a vacina e a síndrome.
A síndrome de Guillain-Barré (SGB) é um distúrbio neurológico autoimune raro, no qual o sistema imunológico danifica as células nervosas. Segundo informou a Anvisa a reportagem, os episódios pós-vacinação também são raros, mas já conhecidos e relacionados a outras vacinas, como a da Influenza (gripe).
Covid-19: Anvisa faz alerta sobre casos raros de distúrbio neurológico autoimune após vacinação
Vacina mais aplicada no País continua sendo a AstraZeneca/Oxford
Covid-19: saiba como é feita a logística de distribuição de vacinas no País
A maioria das pessoas se recupera totalmente do distúrbio. O principal risco provocado pela síndrome é quando ocorre o acometimento dos músculos respiratórios. Nesse último caso, a SGB pode levar à morte, caso não sejam adotadas as medidas adequadas.
Sinais e sintomas da síndrome de Guillain-Barré
A médica coordenadora de UTI neurológica da Beneficência Portuguesa de São Paulo (BP), Viviane Cordeiro Veiga, explica que a SGB se manifesta entre duas a quatro semanas após quadros de infecção, acometendo as raízes dos nervos de forma aguda. “Inicialmente, o mais frequente é uma sensação de dormência e queimação que começa nas pernas. Então, nos membros inferiores ela tem um caráter progressivo. Dali ela vai para o tronco e para os membros superiores da face, podendo acometer também a parte da deglutição e comprometer a respiração”, explica.
De acordo com a médica, alguns pacientes precisam de UTI e podem chegar a ser entubados.
O tratamento para a síndrome de Guillain-Barré varia de acordo com a condição clínica de cada paciente. “Ele [paciente] pode usar a medicação imunoglobulina ou pode usar plasmaférese, que é um processo de filtração do sangue que vai limpar esses anticorpos que estão causando as lesões”, explica Viviane Cordeiro Veiga.
Relação da vacinação contra a Covid-19 e SBG
Como frisado pela Anvisa, a SGB pós-vacinação é um evento adverso conhecido de outras vacinas, como a da Influenza. Mas ainda não se sabe, em números, quais as chances de desenvolver a síndrome de Guillain-Barré após a imunização.
O indicado por especialistas é que diante de sintomas da SGB, deve-se procurar atendimento médico imediatamente. Entretanto, segundo o infectologista Julival Ribeiro, mesmo com a possibilidade de desenvolver SGB, as complicações de quem contrai a Covid-19 podem ser mais graves que possíveis reações à vacinação.
“Quem tem Covid pode morrer, ficar em terapia intensiva e desenvolver casos muito graves. Vale salientar que as vacinas continuam sendo a melhor arma para prevenir a Covid-19, além do que, as vacinas são seguras e eficazes. Portanto, vacinar continua sendo a melhor arma para combater o vírus. Eventos adversos raros tem em qualquer imunização”, destaca Julival.
Orientações
A Anvisa solicitou que os detentores de registro das vacinas Oxford/AstraZeneca/Fiocruz, Janssen e Coronavac incluam nas bulas dos respectivos produtos informação sobre o possível risco de SGB, para que casos da síndrome possam ser identificados, tratados e notificados.
“Os profissionais de saúde devem se atentar para os sinais e sintomas de SGB para garantir o diagnóstico correto, a fim de iniciar os cuidados de suporte e tratamento adequados e descartar outras causas'', alerta a Anvisa.
Cidadãos e profissionais de saúde podem notificar eventos adversos pelo e-SUS Notifica e pelo formulário web do VigiMed. Se o caso for de queixa técnica ou de desvios de qualidade observados em vacinas, seringas, agulhas e outros produtos para saúde utilizados no processo de vacinação, as notificações devem ser feitas pelo Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – Notivisa.
Fonte: Brasil 61
04 agosto 2021
Butantan entrega mais 2 milhões de doses de CoronaVac ao PNI

Foto: Amanda Perobolli/Reuters
Liberações chegam a 64,8 milhões de doses desde janeiro

O governo de São Paulo entregou hoje (4) ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) mais 2 milhões de doses da vacina contra covid-19 CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Com a nova entrega, as liberações chegam à marca de 64,8 milhões de doses fornecidas ao Ministério da Saúde desde 17 de janeiro, quando o uso emergencial do imunizante foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo informações do governo estadual, em julho foram entregues mais de 10 milhões de doses do imunizante, produzidos a partir de 6 mil litros de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) recebidos no dia 26 de junho. Na noite do último domingo (1º), o instituto recebeu uma carga de 2 mil litros de matéria-prima para produzir e entregar mais 4 milhões de doses da CoronaVac.
As vacinas liberadas hoje fazem parte do segundo contrato firmado com o Ministério da Saúde, de 54 milhões de de doses do imunizante. O primeiro, de 46 milhões, foi concluído em 12 de maio.
Por Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil - São Paulo
Edição: Graça Adjuto
Fonte - https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-08/butantan-entrega-mais-2-milhoes-de-doses-de-coronavac-ao-pni
03 agosto 2021
Covid-19: média móvel de mortes é a menor desde 18 de janeiro; Rio de Janeiro têm a maior taxa de letalidade do país
Brasil registrou mais de 15 mil casos e 389 mortes entre domingo e segunda-feira
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| Foto: Freepik |
A média móvel de mortes, que leva em conta os óbitos dos últimos sete dias, está em 960, a menor desde 18 de janeiro. O Rio de Janeiro é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,75%. Em seguida estão São Paulo, Amazonas, Pernambuco e Maranhão. A taxa de letalidade média do Brasil é de 2,8%.
Taxa de letalidade nos estados
- Rio de Janeiro – 5,75%
- São Paulo – 3,42%
- Amazonas – 3,25%
- Pernambuco – 3,18%
- Maranhão – 2,86%
- Pará – 2,80%
- Goiás – 2,80%
- Mato Grosso – 2,58%
- Minas Gerais – 2,57%
- Ceará – 2,56%
- Paraná – 2,55%
- Alagoas – 2,53%
- Mato Grosso do Sul – 2,51%
- Rondônia – 2,47%
- Rio Grande do Sul – 2,44%
- Piauí – 2,21%
- Espírito Santo – 2,19%
- Bahia – 2,16%
- Sergipe – 2,15%
- Distrito Federal – 2,14%
- Paraíba – 2,13%
- Acre – 2,07%
- Rio Grande do Norte – 1,97%
- Tocantins – 1,67%
- Santa Catarina – 1,62%
- Amapá – 1,58%
- Roraima – 1,55%
Covid-19: Anvisa faz alerta sobre casos raros de distúrbio neurológico autoimune após vacinação
Gestantes que tomaram 1ª dose da AstraZeneca devem receber Pfizer, diz Saúde
Posso doar sangue após tomar a vacina contra a Covid-19?
No recorte por municípios, a cidade de São Luiz do Paraitinga (SP) registra a maior letalidade da Covid-19 do país: 28,95%. Na sequência vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 16,29%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,84%.
Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles estão Boa Esperança do Iguaçu (PR), Cedro do Abaeté (MG), Flor do Sertão (SC), Guarani de Goiás (GO) e Massapê do Piauí (PI).
Segundo o Ministério da Saúde, mais de 18,6 milhões de brasileiros se recuperaram da Covid-19. Outros 709 mil estão em acompanhamento. Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.
Fonte: Brasil 61
02 agosto 2021
Covid-19: Brasil registra mais de 20 mil novos casos e 465 óbitos pela doença; RJ ainda é o estado com a maior taxa de letalidade do país
Desde o início da pandemia, quase 20 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. O número de pessoas que morreram pela doença no país é superior a 556 mil
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| Hospital de campanha Covid-19. Foto: Agência Brasil |
O Brasil registrou mais 20.503 casos e 464 óbitos por Covid-19, nesta segunda-feira (2), de acordo com o mais recente balanço do Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, quase 20 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. O número de pessoas que morreram pela doença no país é superior a 556 mil.
A quantidade de pessoas recuperadas da doença, por sua vez, ultrapassa 18,6 milhões. O Rio de Janeiro ainda é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação (5,74%), embora não conte com o maior número de vítimas fatais. O índice médio de letalidade do país é de 2,8%.
Taxa de letalidade nos estados
- Rio de Janeiro – 5,74%
- São Paulo – 3,42%
- Amazonas – 3,25%
- Pernambuco – 3,18%
- Maranhão – 2,86%
- Pará – 2,80%
- Goiás – 2,80%
- Mato Grosso – 2,58%
- Minas Gerais – 2,56%
- Ceará – 2,56%
- Paraná – 2,55%
- Alagoas – 2,53%
- Mato Grosso do Sul - 2,51%
- Rondônia – 2,47%
- Rio Grande do Sul – 2,44%
- Piauí – 2,21%
- Espírito Santo – 2,19%
- Bahia – 2,16%
- Sergipe – 2,15%
- Distrito Federal – 2,14%
- Paraíba – 2,13%
- Acre – 2,06%
- Rio Grande do Norte – 1,97%
- Tocantins – 1,67%
- Santa Catarina – 1,61%
- Amapá – 1,57%
- Roraima – 1,55%
Em relação aos municípios, a cidade de São Luiz do Paraitinga (SP) permanece com a maior taxa de letalidade da Covid-19 do País: 28,95%. Em seguida aparecem Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 16,30%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,84%.
24 municípios do Rio de Janeiro não registram morte por Covid-19 há duas semanas
Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles, estão Bodó (RN), Desterro do Melo (MG), São Francisco do Brejão (MA), Riachão do Bacamarte (PB) e Novo Tiradentes (RS).
Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.
31 julho 2021
Inteligência artificial pode desafogar sistema de saúde na pandemia
Robô ajuda a fazer triagem de pacientes com covid-19
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| Reuters/Agustin Marcarian |


O médico Murilo Guedes, pesquisador pós-doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da PUCPR, disse à Agência Brasil que foi desenvolvido um algorítimo de inteligência artificial (IA) que tem a capacidade de fazer a triagem de pacientes com covid-19. “O paciente entra em contato com a plataforma do robô Laura e digita algumas informações que o robô identifica e interpreta. O paciente tanto pode receber informações, como prevenção, vacinas e orientações sobre covid-19, mas também pode descrever os sintomas [que está sentindo] para o algorítimo”.
A partir da descrição dos sintomas, o algorítimo detecta a gravidade da doença no paciente, disponibilizando as informações para um profissional de saúde. A ferramenta funciona como um pronto atendimento digital, fazendo triagens e encaminhamentos para o atendimento e acompanhamento de pacientes.
Se o paciente é classificado como leve, ele continua em interação com o robô, fazendo atualizações a cada três dias para que sejam tomadas as medidas apropriadas. Se o paciente piora, o robô redireciona o paciente para um teleatendimento com enfermeiro ou médico, para consulta por mensagem ou vídeo.
Segundo Murilo Guedes, a ferramenta permite o atendimento por níveis de cuidado, otimizando o uso inteligente dos recursos e o atendimento imediato do usuário.
Análises
O trabalho analisou atendimentos feitos por essa plataforma a 24,1 mil pessoas, entre julho e outubro de 2020, em três municípios: Curitiba (PR), São Bernardo do Campo (SP) e Catanduva (SP). Desse total, 44,8% dos pacientes foram classificados com sintomas leves de covid-19, 33,6% dos casos foram considerados moderados e apenas 14,2% foram diagnosticados como casos graves da doença.
Segundo os pesquisadores, o atendimento feito com inteligência artificial, ao mesmo tempo que se apresenta como solução para a triagem de pacientes e acompanhamento da evolução dos sintomas da covid-19, faz com que o acesso ao sistema de saúde ocorra de maneira coordenada, contribuindo para não sobrecarregar os hospitais e unidades de pronto atendimento.
Os resultados preliminares de viabilidade dessa tecnologia constam do estudo Covid-19 in Brazil - Preliminary Analysis of Response Supported by Artificial Intelligence in Municipalities, publicado no jornal Frontiers in Digital Health, considerado referência internacional para trabalhos que abordam as intersecções entre saúde e tecnologia.
Eficácia
No momento, os pesquisadores estão executando novos estudos com o robô Laura Care para avaliar a segurança e eficácia desse algorítimo para implementação em mais ampla escala, em nível nacional. “O que a gente ainda precisa fazer, daqui para a frente, é mostrar que a ferramenta tem eficácia na avaliação dela e que ela é segura”. Essa fase nova tem prazo de conclusão prevista em torno de três a seis meses.
Murilo Guedes afirmou que a tecnologia está sendo aplicada em outros contextos, sejam públicos, como sistemas de saúde municipais, ou privados, como seguradoras de saúde. “Ou outras instituições que possam se beneficiar da triagem, usando inteligência artificial para pacientes que procuram pronto atendimento”. Isso se aplica não só para a covid-19, mas para outras doenças.
De acordo com o pesquisador, o objetivo é que a tecnologia seja aplicada em todos os contextos na medicina de urgência e emergência, para triagem de pacientes para pronto atendimento. “O grande objetivo aqui é otimização de recursos em saúde para desafogar as instituições de saúde”, disse o pesquisador da universidade.
Por Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro
Edição: Maria Claudia
Fonte: Agência Brasil
30 julho 2021
Covid-19: país tem 554 mil mortes. SP segue com maior taxa de óbitos e Rio lidera taxa de letalidade
Nas últimas 24h, o país registrou 42.283 novos casos confirmados de Covid-19 e total subiu para 19,8 milhões
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| Foto: Divulgação Internet |
Dados do Ministério da Saúde reunidos no painel Covid-19 do portal Brasil61.com, nesta sexta-feira (30), mostram que o país teve 1.318 mortes nas últimas 24 horas causadas pelo coronavírus. O total de óbitos acumulados é de 554,4 mil.
São Paulo segue como o estado com maior número de vítimas, com 138.436 mortes. Rio de Janeiro, com 58.973, e Minas Gerais, com 50.225, também lideram o ranking de óbitos por Covid-19 entre os estados.
Maior jazida de Sal-Gema da América Latina está na 4º Rodada de Disponibilidade de Áreas da ANM
Nas últimas 24h, o país registrou 42.283 novos casos confirmados de Covid-19 e o total subiu para 19,8 milhões. Os casos recuperados desde o início da pandemia são cerca de 18,5 milhões.
A taxa de letalidade da Covid-19 no país, que é a média relacionada ao total de óbitos entre a quantidade de pessoas infectadas, está em 2,8% no Brasil. Rio de Janeiro é o estado com maior taxa de letalidade do país, com média de 5,7%. São Paulo, com 3,4%, e Amazonas, com 3,2%, também estão entre os estados com maiores taxas de letalidade do país.
Taxa de letalidade nos estados
- Rio de Janeiro – 5,75%
- São Paulo – 3,43%
- Amazonas – 3,25%
- Pernambuco – 3,18%
- Maranhão – 2,86%
- Goiás – 2,81%
- Pará – 2,80%
- Mato Grosso – 2,58%
- Minas Gerais – 2,57%
- Ceará – 2,56%
- Paraná – 2,54%
- Alagoas – 2,52%
- Mato Grosso do Sul - 2,51%
- Rondônia – 2,47%
- Rio Grande do Sul – 2,44%
- Piauí – 2,21%
- Espírito Santo – 2,19%
- Sergipe – 2,16%
- Bahia – 2,16%
- Distrito Federal – 2,14%
- Paraíba – 2,14%
- Acre – 2,07%
- Rio Grande do Norte – 1,97%
- Tocantins – 1,67%
- Santa Catarina – 1,61%
- Amapá – 1,57%
- Roraima – 1,54%
Nos Municípios
Entre os municípios, São Luiz do Paraitinga (SP) tem a maior letalidade do país: 28,95%. Na sequência, vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 16,32%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,84%.
Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, algumas cidades aparecem com índice de zero, por não terem registrado óbitos, como São Francisco do Brejão (MA), Santa Filomena do Maranhão (MA), Patis (MG), Bonito de Minas (MG) e Massapê do Piauí (PI), todas com mais de 5 mil habitantes.
Fonte: Brasil 61
28 julho 2021
Tóquio tem segundo dia seguido com recorde de novos casos de covid-19
Capital japonesa registrou 3177 infectados nesta quarta-feira (28)
Sede da Olimpíada, Tóquio registrou 3.177 novos casos de covid-19 nesta quarta-feira (28), segundo as autoridades, o segundo dia seguido com recordes e um crescimento de infecções que coloca pressão sobre os hospitais.

O aumento intensificará as preocupações em relação aos Jogos, que estão sendo realizados sob condições sem precedentes, incluindo a proibição de torcedores na maioria dos locais de competição.
Esse crescimento é também mais um problema para o primeiro-ministro Yoshihide Suga, cuja taxa de aprovação está em seu menor patamar desde que assumiu o poder no último mês de setembro, antes das eleições para a liderança do partido governista e eleições gerais este ano.
Governadores de três prefeituras perto de Tóquio pedirão que o governo declare estados de emergência em suas regiões até quinta-feira, afirmou o ministro da Economia, Yasutoshi Nishimura, que lidera a resposta do Japão à covid-19, a um painel parlamentar.
Falando antes de os últimos números serem anunciados, ele disse que casos devem subir nos próximos dias porque a testagem pode estar atrasada devido aos feriados da última semana.
"Acho que entramos em uma tendência de crescimento agudo dos casos, que era o que eu mais temia", disse o governador de Kanagawa, prefeitura perto de Tóquio, Yuji Kuroiwa, a repórteres. Kanagawa e as prefeituras próximas de Chiba e Saitama estão vendo os casos saltarem.
"Meu coração dói"
Organizadores da Olimpíada de Tóquio relataram na quarta-feira 16 novos casos de covid-19 relacionados aos Jogos, chegando a um total de 169 desde 1º de julho. Atletas olímpicos, funcionários e a imprensa precisam seguir regras rígidas que incluem testes frequentes.
"Como morador e também como organizador, meu coração dói que os números estejam crescendo", disse o porta-voz de Tóquio 2020 a uma entrevista coletiva.
Ele afirmou que medidas rígidas estavam em vigor dentro da "bolha olímpica". Muitos japoneses estão preocupados com a disseminação de infecções de participantes da Olimpíada.
Suga afirmou na terça-feira que as pessoas estavam se locomovendo menos e pediu que elas fiquem em casa o máximo possível e vejam a Olimpíada pela televisão. Afirmou que cancelar os Jogos não era uma opção.
Mas o parlamentar de oposição do Partido Constitucional Democrático do Japão, Jun Azumi, disse que o governo estava sendo otimista demais na sua avaliação da pandemia, o que poderia piorar as coisas no futuro.
"A menos que ele revise sua visão da situação das infecções, quando a Olimpíada terminar, haverá uma séria crise nacional afetando as vidas das pessoas, começando com o colapso do sistema de saúde", teria dito segundo a emissora pública de televisão NHK.
Muitos japoneses estão cansados das restrições no geral voluntárias e alguns especialistas dizem que a decisão do governo de seguir em frente com a Olimpíada enviou uma mensagem confusa sobre a necessidade de ficar em casa, o que seria um risco maior do que qualquer disseminação direta de participantes olímpicos.
* Reportagem adicional de Ami Miyazaki, Mari Saito, Ritsuko Ando e Makiko Yamazaki
Covid-19: Brasil registra 41.411 casos e 1.333 óbitos em 24h; Rio de Janeiro têm maior taxa de letalidade do país (5,75%)
Média móvel de mortes continua em queda e está em 1.094
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| Acácia Pinheiro/Agência Brasília |
O Brasil registrou 41.411 casos e 1.333 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a mais recente atualização do Ministério da Saúde. Ao todo, mais de 19,7 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. O número de pessoas que morreram pela doença no país é de 551.835.
A média móvel de mortes, que leva em conta os óbitos dos últimos sete dias, está em 1.094, e segue tendência de queda. O Rio de Janeiro continua a ser o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,75%, seguido de São Paulo, Amazonas, Pernambuco e Maranhão. A taxa de letalidade média do Brasil é de 2,8%.
Taxa de letalidade nos estados
- Rio de Janeiro - 5,75%
- São Paulo - 3,43%
- Amazonas - 3,25%
- Pernambuco - 3,18%
- Maranhão - 2,87%
- Goiás - 2,82%
- Pará - 2,80%
- Mato Grosso – 2,59%
- Minas Gerais – 2,57%
- Ceará – 2,55%
- Paraná – 2,54%
- Alagoas – 2,52%
- Mato Grosso do Sul - 2,51%
- Rondônia – 2,47%
- Rio Grande do Sul – 2,45%
- Piauí – 2,21%
- Espírito Santo – 2,19%
- Sergipe – 2,16%
- Bahia – 2,16%
- Distrito Federal – 2,14%
- Paraíba – 2,14%
- Acre – 2,07%
- Rio Grande do Norte – 1,97%
- Tocantins – 1,67%
- Santa Catarina – 1,61%
- Amapá – 1,57%
- Roraima – 1,54%
Gestantes que tomaram 1ª dose da AstraZeneca devem receber Pfizer, diz Saúde
Anvisa recebe pedido de uso emergencial de medicamento contra a covid-19
Covid-19: pesquisadores recomendam aplicação da terceira dose da Coronavac
A nível municipal, a cidade de São Luiz do Paraitinga (SP) registra a maior letalidade da Covid-19 do país: 28,95%. Na sequência vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 16,48%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,84%.
Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles estão Benjamin Constant do Sul (RS), Bodó (RN), Campo Azul (MG), Flor do Sertão (SC) e Guarani de Goiás (GO).
Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 18,4 milhões de brasileiros se recuperaram da Covid-19. Outros 730 mil estão em acompanhamento. Os números têm como base o repasse de dados das secretarias estaduais de saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.
Fonte: Brasil 61
27 julho 2021
Ministério da Saúde dá mais autonomia aos gestores municipais na vigilância epidemiológica
As portarias publicadas pela pasta instituem a Vigilância Epidemiológica Hospitalar (VEH) e a Rede Nacional de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Renaveh)
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| SUS. Foto: Agência Brasil. |
O Ministério da Saúde publicou duas portarias que devem dar mais autonomia à gestão municipal. Elas instituem a Vigilância Epidemiológica Hospitalar (VEH) e a Rede Nacional de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Renaveh).
A primeira tem como objetivo o fortalecimento e descentralização da Vigilância Epidemiológica no âmbito hospitalar, dando aos gestores municipais elementos de apoio à tomada de decisão frente aos eventos de interesse para a saúde. Já a segunda permite o conhecimento, a detecção, a preparação e a resposta imediata às emergências em saúde pública que ocorram no âmbito hospitalar municipal.
CFM agiu com timidez e sem representatividade frente aos desafios da pandemia
Os hospitais estratégicos serão definidos de acordo com a importância epidemiológica para a Rede, considerando os critérios estabelecidos pelo Ministério, e deverão operar como unidade de sentinela no território.
Fonte: Brasil 61
26 julho 2021
Ministério da Saúde classifica bariátrica como essencial e cirurgia deve ser priorizada na saúde pública
Apesar de fundamental para reduzir chance de óbitos e agravamento de casos da Covid-19, as cirurgias bariátricas tiveram queda de 69,9% no número de procedimentos realizados pelo SUS no último ano
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| Foto: Divulgação/Sbcbm |
O Brasil perdeu 36.331 vidas nesta pandemia de pessoas com obesidade, fator de risco para o agravamento de quadros da Covid-19. Somente na capital federal, 15,3% dos óbitos relacionados ao vírus foram de brasilienses com essa comorbidade. Por conta desse cenário, o Ministério da Saúde classificou a cirurgia bariátrica como um dos procedimentos eletivos essenciais.
A operação deverá ser priorizada na saúde pública e suplementar com retomada dos procedimentos em até 12 semanas, a contar do começo de julho, quando a recomendação foi publicada no documento Diretrizes da Atenção Especializada no Contexto da Pandemia de Covid-19, do Governo Federal.
Ao contrário de doenças pré-existentes como cardiopatia e diabetes, responsáveis pela maior parte dos casos de óbitos relacionados à Covid-19 de pessoas com comorbidades, a obesidade tem como característica a letalidade maior em pessoas com menos de 60 anos que acabam falecendo por conta da infecção, como mostra o último boletim epidemiológico especial publicado pelo Ministério da Saúde. Foram 21.336 óbitos registrados nessa população, enquanto 14.995 mortes foram de idosos.
Questão de saúde
Todos esses fatos e estatísticas mostram que a cirurgia indicada em casos de obesidade é um procedimento baseado na saúde do paciente. É isso que explica o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), Fábio Viegas. O especialista avalia que entender a cirurgia bariátrica como um procedimento estético é minimizar a obesidade mórbida.
“O paciente obeso mórbido possui uma incidência elevadíssima de morte precoce. 70% dos pacientes obesos mórbidos vão morrer antes dos 50 anos de idade, e vão morrer porque possuem hipertensão grave, diabetes, câncer de mama, câncer de endométrio, câncer de colo, vão morrer de apneia do sono, ou vão desenvolver insuficiência cardíaca, enfim. São mais de cinquenta doenças associadas.”
O médico ressalta ainda que é preciso analisar a obesidade mórbida como uma doença, pois o senso comum ainda enxerga o fator como algo possível de mudança, algo exclusivamente comportamental. “O obeso mórbido não é obeso porque quer. Nós estamos falando de uma doença que é metabólica, que é genética, que é multifatorial. Hoje, a obesidade mórbida é a principal causa de mortalidade no mundo, e, no Covid grave, nós assistimos uma incidência elevadíssima de pacientes jovens morrendo de Covid-19 porque eram obesos”, lembra.

Saúde afetada
Mariana Areal, 26 anos, realizou a cirurgia há pouco mais de um ano, por perceber que o sobrepeso estava prejudicando a saúde de diversas formas. “A minha saúde já estava muito afetada, eu tinha esteatose hepática, estava pré-diabética e alguns problemas que o sobrepeso acaba acarretando. Minha vida mudou totalmente. Eu tenho motivação para fazer pequenas coisas, coisas do dia a dia, que o peso atrapalhava. Porque também é um processo psicológico”, conta.
A estudante também cita o preconceito que existe na sociedade em relação à obesidade, diferente de outras doenças comuns. “Fui muito criticada por fazer essa escolha, com a idade que eu tenho, e ainda existe uma visão de que a cirurgia bariátrica é considerada muito perigosa, muito agressiva, mas isso mudou. A falta de informação também gera um preconceito. Sempre tem alguém que vai falar que era só fazer dieta, ir para a academia, ‘trancar’ a boca. Sempre tem alguém para julgar um processo pelo qual não tem conhecimento, mas a cirurgia era meu último recurso para recuperar a saúde”, diz Mariana.
Queda na pandemia
Apesar de fundamental para reduzir chance de óbitos e agravamento de casos de infecção pelo novo coronavírus, as cirurgias bariátricas tiveram queda de 69,9% no número de procedimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no último ano. Foram realizados 12.568 tratamentos cirúrgicos de obesidade em 2019 e apenas 3.772 em 2020.
Em 2021, até o mês de maio, o SUS registrou somente 484 cirurgias. No documento de diretrizes da atenção especializada do Ministério da Saúde, há o destaque de que o retardo no tratamento da obesidade pode resultar no aumento da morbimortalidade, e que é preciso acelerar o processo, pois o atraso resultará em danos maiores aos pacientes, com maior custo e sobrecarga, a médio prazo, para o sistema de saúde.
Fonte: Brasil 61














