04 agosto 2021

Butantan entrega mais 2 milhões de doses de CoronaVac ao PNI

Foto: Amanda Perobolli/Reuters

Liberações chegam a 64,8 milhões de doses desde janeiro

 





O governo de São Paulo entregou hoje (4) ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) mais 2 milhões de doses da vacina contra covid-19 CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Com a nova entrega, as liberações chegam à marca de 64,8 milhões de doses fornecidas ao Ministério da Saúde desde 17 de janeiro, quando o uso emergencial do imunizante foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo informações do governo estadual, em julho foram entregues mais de 10 milhões de doses do imunizante, produzidos a partir de 6 mil litros de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) recebidos no dia 26 de junho. Na noite do último domingo (1º), o instituto recebeu uma carga de 2 mil litros de matéria-prima para produzir e entregar mais 4 milhões de doses da CoronaVac. 

As vacinas liberadas hoje fazem parte do segundo contrato firmado com o Ministério da Saúde, de 54 milhões de de doses do imunizante. O primeiro, de 46 milhões, foi concluído em 12 de maio.

Por Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil - São Paulo

Edição: Graça Adjuto

Fonte - https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-08/butantan-entrega-mais-2-milhoes-de-doses-de-coronavac-ao-pni

03 agosto 2021

Covid-19: média móvel de mortes é a menor desde 18 de janeiro; Rio de Janeiro têm a maior taxa de letalidade do país

 Brasil registrou mais de 15 mil casos e 389 mortes entre domingo e segunda-feira

Foto: Freepik
O Brasil registrou 15.143 casos e 389 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a mais recente atualização do Ministério da Saúde. Ao todo, mais de 19,9 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. O número de pessoas que morreram pela doença no país é de 557.223. 

 
A média móvel de mortes, que leva em conta os óbitos dos últimos sete dias, está em 960, a menor desde 18 de janeiro. O Rio de Janeiro é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,75%. Em seguida estão São Paulo, Amazonas, Pernambuco e Maranhão. A taxa de letalidade média do Brasil é de 2,8%. 

Taxa de letalidade nos estados

  • Rio de Janeiro – 5,75%
  • São Paulo – 3,42%
  • Amazonas – 3,25%
  • Pernambuco – 3,18%
  • Maranhão – 2,86%
  • Pará – 2,80%
  • Goiás – 2,80%
  • Mato Grosso – 2,58%
  • Minas Gerais – 2,57%
  • Ceará – 2,56%
  • Paraná – 2,55%
  • Alagoas – 2,53%
  • Mato Grosso do Sul – 2,51%
  • Rondônia – 2,47%
  • Rio Grande do Sul – 2,44%
  • Piauí – 2,21%
  • Espírito Santo – 2,19%
  • Bahia – 2,16%
  • Sergipe – 2,15%
  • Distrito Federal – 2,14%
  • Paraíba – 2,13%
  • Acre – 2,07%
  • Rio Grande do Norte – 1,97%
  • Tocantins – 1,67%
  • Santa Catarina – 1,62%
  • Amapá – 1,58%
  • Roraima – 1,55%          

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No recorte por municípios, a cidade de São Luiz do Paraitinga (SP) registra a maior letalidade da Covid-19 do país: 28,95%. Na sequência vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 16,29%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,84%. 
 
Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles estão Boa Esperança do Iguaçu (PR), Cedro do Abaeté (MG), Flor do Sertão (SC),  Guarani de Goiás (GO) e Massapê do Piauí (PI). 

Segundo o Ministério da Saúde, mais de 18,6 milhões de brasileiros se recuperaram da Covid-19. Outros 709 mil estão em acompanhamento. Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid

Fonte: Brasil 61

Escolas devem retomar aulas presenciais neste semestre

 A maior parte dos estados brasileiros já está com definições sobre a retomada do ensino presencial junto ao remoto

Foto: Katerina Holmes (Pexels)
Após quase dois anos sem aulas presenciais, por conta da pandemia da Covid-19, a maior parte do Brasil vai reabrir as escolas para que os alunos possam ter aulas dentro das salas a partir deste segundo semestre. De acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), pelo menos nove estados e o Distrito Federal reorganizaram os calendários ou estão elaborando uma proposta de retorno ao ensino presencial. Os estados são Acre, Alagoas, Ceará, Sergipe, Goiás, Piauí, Roraima, Tocantins e Mato Grosso do Sul. 

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Antes deles, Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná já haviam retomado alguma atividade presencial. Os demais estados ainda estão sem definição. As redes públicas estaduais estão focando nas matrículas do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental, do sexto ao nono ano.

E para colaborar com as escolas e redes de ensino no retorno às atividades presenciais, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, em julho deste ano, um parecer com esclarecimentos sobre a carga horária, formação de professores, entre outros assuntos relevantes ao ensino e à segurança de alunos e profissionais. O documento aguarda a homologação do Ministério da Educação (MEC). 

Fonte: Brasil 61