08 junho 2020

Ministério da Economia lista medicamentos criteriosos para o combate à Covid-19



O Ministério da Economia criou uma lista de controle de produtos críticos, para incluir os medicamentos essenciais para o tratamento de pacientes com Covid-19. O objetivo da ação que tem parceiro o Ministério da Saúde, é garantir o abastecimento dos remédios a preços adequados. Essa é mais uma medida do governo federal para minimizar os impactos da doença na área da saúde e na economia dos estados e municípios brasileiros.

A ação foi divulgada durante videoconferência da Comissão Externa na Câmara dos Deputados destinada a acompanhar as ações preventivas ao enfrentamento da pandemia da Covid-19, pelo secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Economia, Geanluca Lorenzon.

Segundo o secretário, o Ministério da Economia criou um grupo para acompanhar e garantir o abastecimento do que chamamos de produtos críticos. Ele explica como é formada a lista dos remédios essenciais. 

“A lista desses produtos críticos normalmente vem de ofícios do Ministério da Saúde ou de demandas de associações do setor privado, que são as associações e os organismos que mais têm interface com o Ministério da Economia, que, por sua vez, tem relação com o setor privado”, disse.

O secretário ressalta ainda que a pasta não tem medido esforços para que esses medicamentos, insumos e equipamentos cheguem na ponta com preço justo.
“O Ministério da Economia, tem agido de maneira coordenada para garantir o abastecimento e o preço justo, na ponta, para o consumidor dos produtos que temos como setores críticos: o álcool em gel, as máscaras e os ventiladores. Nós conseguimos quase quadruplicar o limite máximo de produção de ventiladores em território brasileiro desde o início da pandemia. Temos um novo mercado de álcool em gel. Imaginávamos que iria faltar esse produto, mas hoje, quando se vai ao mercado, pode-se ver isso. É a mesma questão das máscaras”, ressaltou Lorenzon.

Durante a reunião virtual da Comissão Externa da Câmara dos Deputados que trata do interesse das medidas de prevenção a Covid-19, representantes do setor da saúde pública e privada chegaram a relatar a falta de medicamentos e do alto preço comercializado neste momento em que o mundo vive uma pandemia de saúde pública.
O consultor da Ciência Farmacêutica do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), Heber Dobis Bernarde, durante a videoconferência chegou a destacar alguns relatos de gestores estaduais em relação a falta de medicamentos utilizados no tratamento da doença. Heber chegou a dizer que a falta dos remédios, não tinha ligação com a falta de recursos.

“Não é falta de recurso financeiro. As Secretarias estão preparadas para comprar e têm a intenção de comprar, porém existem alguns problemas apontados por elas, entre eles licitações desertas; invariavelmente, há a justificativa de falta do produto no mercado. Não menos importante, existe a alta dos valores. Há relatos de Secretarias que para alguns produtos, encontraram valores de mercado superior ao que regulamenta a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Isso inviabiliza qualquer tipo de aquisição”, destacou Bernarde.

O secretário executivo substituto da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), Fernando de Moares Rego, explicou que em relação aos preços dos medicamentos, o modelo de regulação do Brasil, é um modelo consagrado. No entanto, a legislação atual brasileira não prevê a redução dos preços dos remédios. 

“Entendo que o nosso modelo de regulação é consagrado. E que, neste momento que estamos vivendo, isso aparece como uma externalidade importante que deve ser tratada, mas, por força da regulamentação dos dispositivos legais que temos, os reajustes extraordinários excepcionais não estão contemplados na legislação. Por essa razão, em várias situações, quando pressionados por indústrias e entidades representativas, colocamos esse posicionamento”, ressaltou Rego.

Atualmente o Brasil tem um modelo-teto para o reajuste dos medicamentos. Esse reajuste é feito pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão vinculado ao Ministério da Saúde. Normalmente ele ocorre todos os anos no último dia do mês de março. Nele estão estabelecidos os critérios específicos para a fixação e ajuste dos preços máximos a serem comercializados e vendidos pelo setor farmacêutico.

Na ocasião o presidente do Nelson Mussolini, Presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (SINDUSFARMA), repudiou as pessoas que estão vendendo os produtos com valores acima do previsto e aprovado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

“Se está havendo um aumento de 200% acima do preço CMED, tem que denunciar, porque não é essa a postura da indústria farmacêutica estabelecida no Brasil. A nossa indústria tem como prioridade atender o preço determinado pela CMED, que traz uma série de problemas que teremos que pontuar, mas há hoje no País uma legislação que determina o preço máximo, o preço de fábrica que podemos vender os nossos produtos. Não podemos colocar valores acima 
do teto. Há toda uma lei de proteção ao consumidor e mercado”, destacou, Mussolini.

Durante a videoconferência ficou nítido entre os parlamentares e representantes do setor farmacêutico e poder executivo que a pandemia da Covid-19 é a razão para a crise no setor. E com isso, gerando impactos no aumento da demanda por insumos e medicamentos, além da alta do dólar e da dificuldade com frete em um momento de paralisação das atividades econômicas.
 


02 junho 2020

Ministro da SCI nega apreensão do telefone do Imperador

O Império (Cap. 008)


Ministro da SCI nega apreensão do telefone do Imperador


No capítulo de hoje ministro da Suprema Corte do Império nega pedido feito por partidos opositores ao imperador, para apreender o seu telefone pessoal. No pedido eles alegam que poderá existir provas no aparelho do imperador, as quais comprovariam a participação dele no inquérito que está em averiguação na suprema corte, com relação as falsas notícias.


O Ministro falou o porquê de não ter acatado a solicitação para apreensão do telefone do imperador


  • Não vejo isso como importante neste momento; além do mais, esses partidos estão se comportando como investigadores, quando na verdade devem se comportar como legisladores e não como detetives, pois, esta função não é deles. A isso cabe ao Corretor Geral do Império, ele é quem pode fazer qualquer pedido neste sentido. É bem verdade que não acredito que ele fará isso, mas, a obrigação constitucional da Corte é não aceitar interferências seja lá de quem for. Estamos aqui apenas para julgar, e não para investigar. Espero que todos entendam isso, eu falei todos. Espero que meus pares tenham prestado bem atenção nesta minha fala.


Final de mais um capítulo da República Autocrática dos Estados Unidos da América do Sul


Qualquer semelhança com a realidade é uma pura coincidência, pois esta obra se trata meramente de uma ficção.


Se não pagares aqui em algum lugar as de pagar.


01 junho 2020

Imperador monta seu camelo imperial e sai no meio dos súditos

O Império (Cap. 006) Imperador monta seu camelo imperial e sai no meio dos súditos


No capítulo de hoje veremos que o imperador faz mais um daqueles passeios, daquelas saídas que ele tem usado aos finais de semana para manter os seus súditos sempre alertas e prontos para o combate a qualquer momento. Desta vez ele aproveitou que estava fazendo sol, o dia estava claro e sem previsão de chuvas, e passeou com o seu camelo real no meio dos súditos. O imperador tem usado dessas saidinhas para mostrar a todos que a guerra poderá acontecer nos próximos dias e que ele, o imperador, vai precisar e muito da luta armada, a qual virá por meio dos seus súditos fiéis.


O infiltrado participou de mais uma daquelas reuniões secretas e traz novidades para nós. Vamos escutar o que só ele viu e ouviu.


  • O Imperador antes de sair para participar do movimento disse assim: eu quero é mais que aconteça uma baderna mesmo, eu quero é ver sangue, pois, isso será o motivo que neste momento estou precisando para implantar a autocracia no meu império. Tudo o que eu venho fazendo nestes últimos finais de semana é justamente para inflamar cada vez mais os meus apoiadores, até que chegue o ponto de uma confusão generalizada, assim, terei todos os motivos para intervir e finalmente instalar definitivamente a minha autocracia.


Final de mais um capítulo da República Autocrática dos Estados Unidos da América do Sul


Qualquer coincidência com a realidade é uma simples semelhança, pois esta obra se trata meramente de uma ficção.


Se não pagares aqui em algum lugar as de pagar!